Escolas suíço-brasileiras

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Carta de reconhecimento do Governo Suíço

Acervo Escola Suíço-Brasileira de São Paulo

A meta principal da Educação é criar Homens que sejam capazes de fazer coisas novas, não simplesmente repetir o que outras gerações fizeram; Homens que sejam criativos, inventores e descobridores. A segunda meta da Educação é a de formar mentes que sejam críticas, que possam verificar e não aceitar tudo o que se lhes oferece. (Jean Piaget)

Um dos primeiros registros de uma escola suíça em terras brasileiras acontece por volta de 1880, com a fundação do Colégio Suíço-Brasileiro por Mathilde Oberteuffer Lutz, mãe do cientista Adolpho Lutz, em uma residência da rua Farani, em Botafogo, bairro do Rio de Janeiro. Havia uma única turma para crianças e jovens de até 20 anos. As professoras pertenciam à própria família Lutz.

A família Lutz posa em frente ao Colégio Suíço-Brasileiro, criado no século 19 em uma residência da rua Farani, no Rio de Janeiro

Acervo Instituto Adolfo Lutz

Atualmente, há três escolas suíço-brasileiras em atividade no Brasil: no Rio de Janeiro, em São Paulo e em Curitiba. Elas foram abertas para atender à comunidade suíça residente no país, mas hoje estão integradas à rede de ensino brasileira e recebem alunos das mais diversas origens. Contam com professores de várias nacionalidades, inclusive suíços.

Alunos no laboratório da Escola Suíço-Brasileira de São Paulo

Acervo Escola Suíço-Brasileira de São Paulo

A prática educativa das escolas suíço-brasileiras está fundamentada no pensamento de alguns dos mais importantes nomes ligados à história da educação, como os suíços Johann Heinrich Pestalozzi e Jean Piaget. O ensino procura engajar alunos, seus pais e professores na formação de cidadãos com pensamento próprio, que atuem com criatividade e conduzam seu processo de aprendizado.

Fachada da Escola Suíço-Brasileira do Rio de Janeiro

Acervo da Escola Suíço-Brasileira do Rio de Janeiro

A Escola Suíço-Brasileira do Rio de Janeiro começou em 1962, em uma casa particular de Botafogo. Funcionou, durante alguns anos, no bairro de Santa Teresa e, a partir de 2005, inaugurou sua nova sede, na Barra da Tijuca.

A escola oferece formação bilíngue em português/francês e português/alemão. Todos os anos, seus alunos participam de provas internacionais de alemão e francês, reconhecidas internacionalmente.

Fachada da Escola Suíço-Brasileira de São Paulo

Acervo Escola Suíço-Brasileira de São Paulo

A Escola Suíço-Brasileira de São Paulo foi fundada em 1966 e tem como patrono o cantão de Basiléia. A escola começou com apenas 53 alunos e quatro professores. Hoje tem cerca de 650 alunos e seu ensino é bilíngue em português e alemão. O currículo inclui ainda inglês e francês. Em 2009, o empreendedorismo tornou-se parte do currículo da 2ª série do Ensino Médio.

Fachada do Colégio Suíço-Brasileiro de Curitiba, 1980

Acervo Escola Suíço-Brasileira de Curitiba

Fundado em 1979, o Colégio Suíço-Brasileiro de Curitiba, atualmente com mais 500 de alunos, recebe apoio do cantão patrono de Aargau e oferece certificação em línguas (alemão, inglês e francês). A escola incentiva viagens à Suíça para formação de seus professores e também recebe professores visitantes para workshops.

Fachada do Colégio Suíço-Brasileiro de Curitiba

Acervo do Colégio Suíço-Brasileiro de Curitiba

A Escola Suíço-Brasileira de São Paulo e o Colégio Suíço-Brasileiro de Curitiba são mantidos pela Associação Escola Suíço-Brasileira e reconhecidos pelo governo suíço. Seus alunos podem obter o diploma da Organização do Bacharelado Internacional – IB, que permite o acesso a universidades internacionais.